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Pesquisa da USP utiliza resíduos de biodiesel para gerar energia elétrica 18/11/2011

Posted by Afauna Natal in Meio Ambiente Urbano.
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Fonte: Universia.

Trabalho realizado no laboratório de química utiliza bactérias e sobras de biodiesel para gerar energia

(Crédito: Divulgação)A pesquisa apota uma utilização para as sobras da produção de biodiesel

Ainda não é possível gerar grandes quantidades de energia com a pesquisa.

A recente pesquisa do IQSC (Instituto de Química de São Carlos) da USP (Universidade de São Paulo)  testou a utilização do glicerol, principal resíduo das reações que formam o biodiesel, na geração de energia elétrica. O estudo utilizou meios de cultura enriquecidos com glicerol para desenvolver a bactéria Pseudomonas aeruginosa, que colocada em uma célula a combustível, tem a capacidade de transferir elétrons para eletrodos, o que permite a produção de eletricidade.

De acordo com Adriano Soares de Oliveira Gomes, pesquisador que realizou o estudo, as células a combustível biológicas são aquelas que utilizam enzimas ou microorganismos para a conversão de substratos em energia, e podem utilizar diversos tipos de combustíveis. O glicerol foi utilizado no experimento em virtude do crescimento da peodução de biodiesel no país, e seu consequente acumulação.

As células possuem catalisadores suportados na superfície de eletrodos que realizam reações de oxidação e redução dos combustíveis, gerando energia. O combustível é alimentado de forma contínua na célula, o que permite a produção ininterrupta de energia.

Desempenho

Em relação às células convencionais, o desempenho da célula microbiana é considerado baixo. De acordo com o pesquisador, a baixa densidade de potência e o tempo de vida indeterminado ainda limitam o desenvolvimento de aplicações práticas para as células. No entanto, existem outras possibilidades de utilização, como em geradores auxiliares que permitiriam uma pequena economia de energia elétrica.

A pesquisa foi orientada pelo professor Ernesto Rafael Gonzalez, do IQSC, com a colaboração da professora Márcia Nitschke, do Laboratório de Biotecnologia Microbiana, e de Camilo La Rotta, pós-doutorando no Instituto. O estudo teve o apoio do Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.


Fonte: Agência Hélice – Especial para o Universia

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