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Censo IBGE: 10% da população de Natal morava em favelas em 2010 22/12/2011

Posted by Afauna Natal in Fiscalização Urbanística, Meio Ambiente Urbano.
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Fonte: Tribuna do Norte.

Em 2010, Natal possuía 80.774 habitantes vivendo em áreas como favelas, invasões e similares, os chamados aglomerados subnormais. Esse índice representa  cerca de 10% da população da capital potiguar, que até o ano passado era de 802.128 habitantes. Os dados foram divulgados na manhã desta quarta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte do Censo Demográfico 2010.

De acordo com a pesquisa, o Rio Grande do Norte possuía, em 2101, 86.718 habitantes morando em áreas irregulares, ocupando 24.165  domicílios particulares. Ainda segundo os dados do estudo, além de Natal, apenas Mossoró apresenta a característica de possuir pessoas morando em aglomerados subnormais no estado. Dos 259.122 habitantes do município, 5.944 ocupam domicílios em favelas, invasões ou similares.

arquivo/TN

Capital potiguar concentra  93,36 por cento dos domicílios em aglomerados subnormais do Rio grande do Norte
Capital potiguar concentra  93,36 por cento dos domicílios em aglomerados subnormais do Rio grande do Norte

Natal possui 22.561 domicílios distribuídos em seus aglomerados subnormais, este número representa 93,36% dos domicílios em aglomerados subnormais do Rio grande do Norte. Já Mossoró conta com um total de 1.604 domicílios, o que representa 6,64% dos domicílios de aglomerados subnormais no Rio Grande do Norte.

Conforme o levantamento, o estado apresenta, ao todo, 46 áreas que apresentam características de  aglomerado subnormal. Destas, cinco estão em Mossoró (Fio, Forno Velho, Santa Helena, Tranquilim e Wilson Rosado) e 41 em Natal (África, Alemão, Aliança, Alta Tensão, Alto da Colina, Alto dos Guarapes, Aparecida, Areado, Barreiros, Barro Duro, Beira Rio, Boa Sorte, Brasília, Camboim, Coqueiros, Cruzeiro, do Curtume, do Fio, Fio/Alemão, Formigueiro, Gramoré, José Sarney, Lagoinha, Lavadeiras, Mãe Luiza, Maré ou Salgadinho, Maruim, Mereto, Mosquito, Novo Horizonte, Ocidental de Baixo, Ocidental de Cima, Passo da Pátria, Planalto, Pompéia, Raio de Sol, São José do Jacó, Sopapo, Tenente Procópio, Treze de Maio e Vietnã) .

De acordo com o IBGE, o conceito de aglomerado subnormal foi utilizado pela primeira vez no Censo Demográfico de 1991. Ele busca retratar a diversidade de assentamentos irregulares existentes no país, conhecidos como favelas, invasões, grotas, baixadas, comunidades, vilas, ressacas, mocambos, palafitas, entre outros. Brasil

Em 2010, 6% da população do País (11 425 644 pessoas) morava em aglomerados subnormais, distribuída em 3 224 529 domicílios particulares ocupados (5,6% do Brasil). Os domicílios se concentravam na Região Sudeste (49,8%), com destaque para o Estado de São Paulo, que congregava 23,2% dos domicílios do País, e o Estado do Rio de Janeiro, com 19,1%. Os estados da Região Nordeste tinham 28,7% do total (9,4% na Bahia e 7,9% em Pernambuco). A Região Norte reunia 14,4%, sendo 10,1% no stado do Pará. Nas Regiões Sul (5,3%) e Centro-Oeste (1,8%), a ocorrência era menor.

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